Ministério Jovem Naim
"Jovem, eu lhe ordeno, levante-se!" (Lucas 7,14)
sexta-feira, 9 de maio de 2014
domingo, 12 de junho de 2011
Namorados
Namoro
Como podemos ter a certeza de amar alguém de verdade?
A experiência mostra (por vezes dolorosamente) que nestes casos, nem sempre se consegue ver as coisas de uma forma muito clara. Em todo caso não é muito fácil estar seguro de si mesmo ou dos seus sentimentos, e apoiar-se em provas e sinais muito reais.
Isto se explica pelo fato do amor não ser como uma idéia (definível) ou um fenômeno material (possível de medir), ele está dentro do "campo da escolha". E portanto, pegando uma frase de S. Boaventura: "A medida do amor - e o seu critério - é o amor". No entanto existem alguns critérios "práticos" (mas não exaustivos):
Será que eu amo o meu amigo(a), ou antes amo o amor que sinto por ele(ela)? Muitas vezes estamos de tal maneira admirados com o sentimento extraordinário que reveste o amor, que podemos deixar de dar atenção ao outro...
Sendo assim, a pergunta não seria: "será que eu o(a) amo?", mas sim: "será que eu tenho o desejo de o(a) amar?" (uma vez que o amor não é um sentimento, mas mais uma decisão, uma escolha, um "querer amar").
Por fim, não esqueçamos que o amor é uma relação entre duas pessoas! Só se pode falar de amor se houver reciprocidade. O melhor meio de verificar se existe ou não, é fazer a pergunta (no momento certo e com tato!) àquele ou àquela que é o objeto das minhas ternas afeições!
Comunidade Católica Shalom
Isto se explica pelo fato do amor não ser como uma idéia (definível) ou um fenômeno material (possível de medir), ele está dentro do "campo da escolha". E portanto, pegando uma frase de S. Boaventura: "A medida do amor - e o seu critério - é o amor". No entanto existem alguns critérios "práticos" (mas não exaustivos):
Será que eu amo o meu amigo(a), ou antes amo o amor que sinto por ele(ela)? Muitas vezes estamos de tal maneira admirados com o sentimento extraordinário que reveste o amor, que podemos deixar de dar atenção ao outro...
Sendo assim, a pergunta não seria: "será que eu o(a) amo?", mas sim: "será que eu tenho o desejo de o(a) amar?" (uma vez que o amor não é um sentimento, mas mais uma decisão, uma escolha, um "querer amar").
Por fim, não esqueçamos que o amor é uma relação entre duas pessoas! Só se pode falar de amor se houver reciprocidade. O melhor meio de verificar se existe ou não, é fazer a pergunta (no momento certo e com tato!) àquele ou àquela que é o objeto das minhas ternas afeições!
sábado, 11 de junho de 2011
O sentido do Pentecostes
Com ele tem início a ação evangelizadora para todas as nações
O Catecismo da Igreja Católica diz que: "No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da Sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito" (CIC, n. 731).
Nessa celebração somos convidados e enviados para professar ao mundo a presença d'Ele [Espírito Santo]. E invocarmos a efusão do Espírito para que renove a face da terra e aja com a mesma intensidade do acontecimento inicial dos Atos dos Apóstolos sobre a Igreja, sobre todos os povos e nações.
Por essa razão, precisamos entender o significado da Terceira Pessoa da Santíssima Trindade: "O termo Espírito traduz o termo hebraico Ruah que, na sua primeira acepção, significa sopro, ar, vento. Jesus utiliza precisamente a imagem sensível do vento para sugerir a Nicodemos a novidade transcendente d'Aquele que é pessoalmente o Sopro de Deus, o Espírito Divino. Por outro lado, Espírito e Santo são atributos divinos comuns às Três Pessoas Divinas. Mas, juntando os dois termos, a Escritura, a Liturgia e a linguagem teológica designam a Pessoa inefável do Espírito Santo, sem equívoco possível com os outros empregos dos termos espírito e santo" (CIC, n. 691).
A Solenidade de Pentecostes é um fato marcante para toda a Igreja, para os povos, pois nela tem início a ação evangelizadora para que todas as nações e línguas tenham acesso ao Evangelho e à salvação mediante o poder do Espírito Santo de Deus.
O Papa Bento XVI fala sobre esse processo de reunificação dos povos a partir de Pentecostes: "Tem início um processo de reunificação entre as partes da família humana, divididas e dispersas; as pessoas, muitas vezes, reduzidas a indivíduos em competição ou em conflito entre si, alcançadas pelo Espírito de Cristo, abrem-se à experiência da comunhão, que pode empenhá-las a ponto de fazer delas um novo organismo, um novo sujeito: a Igreja. Este é o efeito da obra de Deus: a unidade; por isso, a unidade é o sinal de reconhecimento, o 'cartão de visita' da Igreja no curso da sua história universal. Desde o início, do dia do Pentecostes, ela fala todas as línguas. A Igreja universal precede as Igrejas particulares, as quais devem se conformar sempre com ela, segundo um critério de unidade e universalidade. A Igreja nunca permanece prisioneira de confins políticos, raciais ou culturais; não se pode confundir com os Estados, nem sequer com as Federações de Estados, porque a sua unidade é de outro tipo e aspira a atravessar todas as fronteiras humanas" (Bento XVI, Homilia na Solenidade de Pentecostes, 23 de maio 2010).
terça-feira, 31 de maio de 2011
Como é ser um jovem católico?
Entende-se por católico, aquela pessoa que aderiu à religião Católica para o seguimento a Jesus Cristo. Ser católico não é só dizer que é, mas seguir com amor o que Ela – A Igreja – nos apresenta e nos propõe para um seguimento fiel a Jesus Cristo. Deve-se escutar sempre a Palavra de Deus e praticá-la, observar os mandamentos de Deus e da Igreja, servir e amar os irmãos, participar das pastorais e movimentos, celebrar os Sacramentos, especialmente a Eucaristia, Ápice da Vida da Igreja.
Ser católico não é fácil, menos ainda nos tempos modernos. As críticas à Igreja e à Doutrina Católica são bastante, o protestantismo aumenta a cada dia, os fieis cada vez mais dispersados no mundo. Se para os mais experientes é difícil, quanto mais para um jovem, que sempre está em mudança, com sua garra e disposição, agitado, sempre em discernimento. Como ser um jovem católico ativo na Igreja?
Muitos têm uma pequena concepção que “a Igreja é pra gente velho”, mas não ver que hoje a maioria dos padres são jovens e que têm muitos jovens ativos na comunidade e são felizes por isso. A Igreja é rica em movimentos e pastorais, ou seja, em ministérios e vem investindo muito em como evangelizar a juventude. Hoje existe a PJ (pastoral da juventude), o EJC (Encontro de Jovens com Cristo), vários encontros para jovens, como, por exemplo o DNJ (Dia Nacional da Juventude), a Catequese, especialmente da Crisma, que são jovens os catequistas. A Igreja está aberta para a novas comunidades de vida e aliança e aos novos carismas.Hoje muitos jovens são participantes da Renovação Carismática Católica, que vem sendo uma grande ajuda na evangelização da juventude.
O jovem tem muitas opções para ser um católico fiel e ativo, basta ser incentivado, querer e ter responsabilidade. Ser um jovem católico nos proporciona novas conquistas, amizades, um bom relacionamento com o próximo e um grande amigo: DEUS. O jovem é bem querido na Igreja e é o futuro desta mesma Igreja. Por isso vamos aderir com amor a proposta da Igreja em seus ministérios diversos e servir a Deus na observância da Palavra, Eucaristia, Caridade e anunciar o Cristo, que é Caminho, Verdade e Vida.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Deus de lado!
Não é à toa que o Papa, na mensagem do Dia Mundial da Juventude, nos chama atenção para isso. Ele pede para estarmos enraizados e fundados em Cristo, firmes na fé. O bacana é que as três palavras sob o ponto de vista gramatical estão no passivo: isto significa que é o próprio Cristo que toma a iniciativa de erradicar, fundamentar e nos tornar firmes. Não como uma terceira pessoa, mas como uma segunda. 1 “tu”. Alguém que não se preocupa com resultados, e sim, com lutas de amor.
Quantas vezes não quis viver minha vida por mim mesmo e busquei em Deus apenas um “paliativo” para o momento de “ deprê” ou até mesmo como um “Chapolim Colorado” que, à minha súplica, “Oh, e agora, quem poderá me defender?” pudesse aparecer e resolver todas as coisas sem o menor esforço.
Deus é a pessoa que se relaciona, que quer de nós um tu a tu. Isso nos enraíza no que não passa, pois tudo passa! Deus não. Ele nos fundamenta no que é firme, concreto e não em um modismo que, de tempos em tempos, muda. Ele é o mesmo de ontem de hoje e de sempre.
Sei que você, que está lendo esse texto, deseja algo mais que a vida cotidiana regular, que um emprego seguro, grana no bolso, e etc. sentimos o desejo pelo o que é realmente grande e que alimenta nossa sede de eternidade e felicidade. Fomos criados para aquilo o que é grande, para o infinito. Qualquer coisa é insuficiente. Fomos criados para Deus. Um Deus, um Tu!
E, neste tempo, que parece que querem colocar Deus de lado, precisamos com nossa vida proclamar: Não coloco Deus de lado, mas sim ao meu lado. Sempre comigo nas subidas e descidas da vida. Minha raiz, minha base sólida e eficaz.
Não tenho receio de contar com Ele no meu dia a dia nos meus momentos de alegria e de tristeza. Desejo o que Ele deseja para mim, pois sei que o que Ele tem será sempre maior. Será sempre uma preparação para o céu! Assim, a vida torna-se autentica e nunca “genérica”. Somos de Deus, estamos no mundo e desejamos o céu!
Adriano Gonçalves
www.cancaonova.com.br
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